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Parceria IBV e Cameron

Parceria IBV e Cameron

A IBV Válvulas e Equipamentos Ltda. é um distribuidor autorizado de toda a linha de Válvulas e Atuadores da Cameron no Brasil. A Cameron é uma das maiores fabricantes do mundo na linha de Válvulas Esfera, Gaveta, Globo, Retenção, Borboleta e Macho, caracterizada por produtos de alta tecnologia e atendendo os mais severos requisitos técnicos e de qualidade. As marcas comercializadas e que pertencem ao Grupo Cameron são: GENERAL VALVES, GROVE, RINGO, NEWCO,WKM, DEMCO, ENTECH, TBV, TK, NAVCO, NUTRON, TECHNO,THORNHILL CRAVER, WHEATLEY , TOM WHEATLEY, NEWMANS, FMS, TEXSTEAM, LEEDEN, DYNATORQUE, MAXTORQUE E WILLIS. A Cameron é certificada e possui CRC Petrobras, ISO9001, API Q1, SIL 3, ISO15848, API607, ISO10497, API6FA, API6A PR2 e API6AV1. A IBRAV, empresa coligada da IBV, é autorizada pela Cameron para prestar serviço de Assistência Técnica dos produtos das marcas de propriedade Cameron no Brasil .

Indústria e agropecuária lideram crescimento em 2017

Retomada do crescimento

Dados do setor privado sinalizam crescimento disseminado entre os vários segmentos da economia

Supersafra, de 222,9 milhões de toneladas, ajudará a criar mais empregos em 2017

Depois da recessão do ano passado, as perspectivas para 2017 mostram uma virada no cenário. Dois setores vão liderar a recuperação da economia: agropecuária e indústria. Puxado por uma supersafra, exportações em alta e pela volta do consumo, as previsões para o ano mostram que o Brasil superou a crise.

Os dados, que revelam um quadro favorável para o Brasil neste e nos próximos anos, são do setor privado e foram reunidos pelo Banco Central. Eles fazem parte do Boletim Focus, divulgado toda segunda-feira.

De acordo com a pesquisa, o PIB agropecuário, que caiu 6,6% no ano passado, vai crescer 4,32% neste ano. A indústria, que caiu 3,8%, vai avançar 3%. O setor de serviços, que registrou queda de 2,7%, também voltará a crescer em 2017 e deve avançar 0,02%.

Diante desse quadro, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 é de retomada do crescimento. As previsões de especialistas econômicos é de que o País cresça 0,48% neste ano. Na prática, esses números positivos significam mais emprego, renda e investimentos.

Safra e emprego na indústria

No campo, a expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de uma safra de grãos recorde, com 222,9 milhões de toneladas – um aumento de 19,5% frente da safra anterior. Com esse volume, será preciso mais trabalhadores e as vendas internas e externas também devem aumentar.

Na indústria, a expectativa de melhora do consumo já levou a aumento das contratações nas fábricas. Em janeiro, de dez ramos industriais, 12 criaram novos postos de trabalho – foram 17,5 mil vagas a mais em um dos setores que mais sofreu com a crise que durou até o ano passado.

Fontes: Portal Brasil, com informações do Banco Central, do IBGE, da Conab e do Ministério do Trabalho

Indústria não deixou de acreditar na recuperação, diz FGV

A expectativa é que a produção industrial recue em março em comparação a fevereiro, mas sem afetar a trajetória de melhora do setor

Indústria: o Índice de Confiança da Indústria apurado na prévia da sondagem de abril teve ligeiro avanço de 0,1 ponto em relação ao resultado fechado de março (Thinkstock)

Rio – O empresário industrial ficou um pouco menos satisfeito com a situação atual em abril, mas não deixou de esperar por dias melhores num horizonte próximo, segundo os resultados preliminares da Sondagem da Indústria, divulgada nesta segunda-feira, 24,pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A expectativa é que a produção industrial recue em março, na comparação com fevereiro, mas sem afetar a trajetória de melhora do setor, contou a coordenadora da sondagem, Tabi Thuler.

“A indústria não deixou de acreditar na tendência de recuperação pela qual está passando. A questão é que o momento do ciclo econômico atual combina fatores que melhoraram e outros fatores que continuam ruins”, justificou Tabi, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de abril teve ligeiro avanço de 0,1 ponto em relação ao resultado fechado de março.

Se confirmado, o indicador alcançou 90,8 pontos. No resultado preliminar de abril, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 0,3 ponto, para 88,2 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) cresceu 0,5 ponto, para 93,6 pontos.

Segundo Tabi, a indústria mostra certa frustração com a recuperação da demanda esperada pelo saque de contas inativas do FGTS, uma vez que os recursos estão migrando para a quitação de dívidas em vez de consumo.

O compasso de espera pela aprovação de reformas no Congresso, como a da Previdência, também pesa negativamente.

Por outro lado, a manutenção do ajuste nos estoques e o corte na taxa básica de juros como consequência de uma política monetária eficaz são ingredientes favoráveis.

A má notícia é o alto nível de ociosidade no parque industrial. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria ficou estável na prévia de abril ante o fechamento de março, aos 74,4%.

“O Nuci está acomodado num nível extremamente baixo, o que é uma notícia ruim”, avaliou a coordenadora do Ibre/FGV.

O Ibre/FGV espera uma queda entre 1,5% e 2% na produção industrial de março ante fevereiro, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física.

A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria incluiu a consulta a 783 empresas.

O resultado final da pesquisa será divulgado no próximo dia 28.

Fonte: Estadão Conteúdo